Luciferiano

O vigésimo sexto espírito é Bune, Bime ou Bim. É um forte duque, grande e poderoso.


Luciferiano


A Goécia Luciferiana, assim como a Goécia Qliphótica e a Goécia Satanista, podem ser consideradas práticas de Goécia “de Mão Esquerda”. Neste caso, os rituais recorrem a forças demoníacas de evolução, dispersão e individualidade (de mão esquerda, ou popularmente “magia negra”) para obter transcendência individual, realizando conversas e barganhas com os Daemons.

Na Goécia Luciferiana, a autoridade do magista é interna, e seu nível vibracional é levado até níveis próximos aos dos Daemons, para que a comunicação ocorra de forma mais próxima. As entidades superiores evocadas em busca de autoridade são geralmente as de dispersão, como Lúcifer, Samael e Lilith, além de outros líderes demoníacos.

Os círculos mágicos da Goécia Luciferiana apresentam uma serpente ou monstro marinho (Leviatã) contendo os nomes de Sabaoth, Adonai, Azal’ucel, Babalon e Lilith, que são associados respectivamente ao Rei de Sabá (Zabbathi), a Lúcifer, a Azazel (imbuído com os poderes de Lúcifer), a Hécate (ou, em geral, ao poder demoníaco feminino) e à Rainha de Sabá. Além disso, no triângulo é representado o nome de Azazel, contraparte demoníaca do anjo Miguel.

Círculo e triângulo de Goécia Luciferiana, descrito por Michael Ford. Podem ser utilizados instrumentos referentes aos quatro elementos, sendo a adaga para o ar, a baqueta para o fogo, o cálice para a água e o cristal para a terra. Os instrumentos e os outros materiais utilizados no ritual, como medalhas e pentáculos, são consagrados aos príncipes infernais, que representam as forças de dispersão e evolução.

As forças das direções cardeais atraídas no início dos trabalhos são as de quatro Príncipes – Lúcifer, Leviatã, Satã e Belial – e quatro Sub-Príncipes – Samael, Azael, Azazel e Mahazael -, que correspondem, respectivamente, a Leste, Oeste, Sul e Norte.



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